Data-driven Illusions — OCDQ Blog

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Otimização da informação: A busca da eficiência operacional

Segundo atualização da pesquisa de benchmark sobre otimização da informação (http://www.ventanaresearch.com/research/benchmarkDetail.aspx?id=3820):

97% das organizações estão buscando otimizar suas informações ou entendem este ponto como essencial para disponibilizar informações de qualidade às áreas de negócio e clientes;

25% estão satisfeitos com as soluções de tecnologia usadas para acesso e otimização das informações;

Existe um grande gap entre a necessidade de negócio e o que TI está entregando. Este gap gera nas empresas um novo e urgente foco: Otimizar a gestão das informações.

Não se trata de uma questão tecnológica. Nem tão pouco da necessidade de uma nova metodologia ou ferramenta. A estratégia operacional da gestão de informações precisa ser revisada à luz das novas necessidades de negócio.

A orientação que gera maior eficiência operacional não está na sopa de métodos atuais mas sim no profundo conhecimento do negócio da organização. Este conhecimento servirá de guia para uma revisão de processo, que não se inicia no levantamento destes mas deriva do conhecimendo dos caminhos que geram os resultados reais para a organização.

O que precisa ficar claro primeiro: Quais são os “carros chefes” da organização? De onde vem o lucro da empresa?
De posse desta informação podemos fazer perguntas simples, saindo fora da caixa para descobrir novos e mais vantajosos caminhos:

analisando_resultados_descobrindo_novos_caminhos

Neste momento o resultado gerado pelas respostas pode assustar, abrindo nosso visão para um número grande de gaps e oportunidades de negócio. Agora a lógica de priorização a ser aplicada deve ser: menor esforço/tempo X maior ganho. Obviamente mantendo a sustentabilidade, ou seja, os resultados deverão ser perenes, salvo raras exceções como por exemplo campanhas especificas de vendas.

As pequenas mas importantes vitórias nesta fase pavimentarão o terreno de confiança da organização nas próximas entregas, gerando comprometimento da maioria.

Há muitas formas de fazer isso usando métodos que conhecemos bem, porém minha intenção aqui é sair mesmo fora da caixa. Esvazie a cabeça e aborde cada processo com foco no que é necessário para gerar o resultado esperado peo negócio.

Até mais!

Gestão de dados mestres: Decisões de tecnologia ganham mais foco do que o processo de gestão de dados mestres

Segundo o analista Ted Friedman do Gartner, tipicamente o time de GDM (Gestão de Dados Mestres) deve gastar 85% do seu tempo com pessoas, políticas e processos e somente 15% com tecnologia. Mas, porque que muitas vezes percebemos o inverso?

É fato que existem muitas avaliações e decisões importantes na parte tecnológica de um projeto/programa de GDM, entre suite de produtos e diversas funcionalidades que são diferentes dependendo do fornecedor.
Para iniciar estas avaliações é necessário entender como pretendemos estruturar estes dados mestres levando em considerações o armazenamento e o consumo.

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 Há muitos recursos envolvidos em cada suite de ferramentas para a gestão de dados mestres. Justamente por isso  que não devemos ter a intenção de “abraçar o mundo”. Pequenos e constantes resultados darão mais credibilidade ao programa do que uma compra milionária de ferramenta.

O alinhamento com as expectativas do negócio é primordial. Após este, e, já na definição dos requisitos, conseguiremos ter a visibilidade necessária para decidir entre as mais diversas tecnologias disponíveis o mercado.

Muitos especialistas afirmam inclusive que um programa de gestão de dados mestres pode sim ser realizado sem a parte tecnológica. Há desafios maiores nas definições de processos, papéis e responsabilidades, fluxos de trabalho, entre outros, que demandarão a real mudança da cultura organizaiona que possibilitará à empresa desfrutar e entender melhor todos os benefícios do programa.

Concluindo, o recado mais importante deste post é:

“Mesmo que a tecnologia suporte todos os processos necessários do programa de gestão de dados mestres, a ferramenta não facilitará o entendimento da organização, a definição do processo e a mudança cultural necessária na organização.” 

 

 Até o próximo artigo!