The age of the Chief Data Officer has well and truly arrived | Information Age

‘UK organisations are starting to recognise data as a competitive differentiator and customer experience enhancer, which in turn, is increasing the potential value of data as a source of revenue,’ said the Experian report.

http://www.information-age.com/it-management/strategy-and-innovation/123458925/age-chief-data-officer-has-well-and-truly-arrived

Lançamento! Nosso primeiro workshop!

Olá,

Hoje temos o prazer de apresentar nosso primeiro workshop!

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Nosso principal objetivo é continuar levando os conceitos e melhores práticas da governança de dados para o dia-a-dia do profissional/estudante de gestão de dados.

Consulte via e-mail nossa agenda e vamos crescer juntos compartilhando as melhores formas de fazer nosso trabalho!

Compartilhe com pessoas que você conheça que tem interesse. Como é nosso primeiro workshop, temos condições imperdíveis neste momento.

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Data Governance: The Silent Hero to Achieving MDM Triumph

(…) Data governance combines people, processes and information technology to create seamless management of an organization’s data across the enterprise. It also puts formal management responsibilities in place to ensure accountability and reduce the likelihood of errors. (…)

http://www.information-management.com/news/data-governance-the-silent-hero-to-achieving-mdm-triumph-10025998-1.html?utm_campaign=daily-aug%2020%202014&utm_medium=email&utm_source=newsletter&ET=informationmgmt%3Ae2962312%3A2064122a%3A&st=email

Gestão de dados mestres: Decisões de tecnologia ganham mais foco do que o processo de gestão de dados mestres

Segundo o analista Ted Friedman do Gartner, tipicamente o time de GDM (Gestão de Dados Mestres) deve gastar 85% do seu tempo com pessoas, políticas e processos e somente 15% com tecnologia. Mas, porque que muitas vezes percebemos o inverso?

É fato que existem muitas avaliações e decisões importantes na parte tecnológica de um projeto/programa de GDM, entre suite de produtos e diversas funcionalidades que são diferentes dependendo do fornecedor.
Para iniciar estas avaliações é necessário entender como pretendemos estruturar estes dados mestres levando em considerações o armazenamento e o consumo.

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 Há muitos recursos envolvidos em cada suite de ferramentas para a gestão de dados mestres. Justamente por isso  que não devemos ter a intenção de “abraçar o mundo”. Pequenos e constantes resultados darão mais credibilidade ao programa do que uma compra milionária de ferramenta.

O alinhamento com as expectativas do negócio é primordial. Após este, e, já na definição dos requisitos, conseguiremos ter a visibilidade necessária para decidir entre as mais diversas tecnologias disponíveis o mercado.

Muitos especialistas afirmam inclusive que um programa de gestão de dados mestres pode sim ser realizado sem a parte tecnológica. Há desafios maiores nas definições de processos, papéis e responsabilidades, fluxos de trabalho, entre outros, que demandarão a real mudança da cultura organizaiona que possibilitará à empresa desfrutar e entender melhor todos os benefícios do programa.

Concluindo, o recado mais importante deste post é:

“Mesmo que a tecnologia suporte todos os processos necessários do programa de gestão de dados mestres, a ferramenta não facilitará o entendimento da organização, a definição do processo e a mudança cultural necessária na organização.” 

 

 Até o próximo artigo!